segunda-feira, 21 de novembro de 2011

3ão.

Quando nos deparamos, tudo mudou. As estações estavam passando, e tudo ao nosso redor se transformando. Não imaginávamos quão rápido seria toda essa mudança, como também, não pensávamos que sentiríamos tanto por essa perda. Como o vento, as coisas passam, e muitas vezes não tem volta. Tudo ao nosso redor parecia ser meramente despercebido, poucos eram os momentos que aproveitávamos, poucas eram as ocasiões que vivíamos com 100% de intensidade. Mas mesmo assim, tudo valeria a pena, tudo valeu a pena. Valeu tanto a pena que hoje podemos olhar para trás e sentir saudade. E a saudade tem o papel fundamental de nos trazer a memória coisas que já passamos e que nos sentimos bem em lembrar. Quantos choros, em? Quantas gargalhadas, desentendimentos (e olha que esses foram tantos), mas até isso será lembrado. Afinal de contas, nem só de coisas boas é a nossa vida. Chegar na sala para descansar, pra não dizer dormir, era a filosofia de muitos, chegar para ficar ligado de corpo e alma, era a vantagem de poucos. Amizades e amores foram formados, outros desfeitos. Portas foram abertas, conhecimentos, amadurecimento. Ah, cada choro e cada riso foram extremamente necessários. Somos felizes de olhar para trás e ver o quanto foi bom cada momento. Carregamos durante todo o ano um teco teco de tamanco, e um “psiu, gente, ainda da tempo estudar pro enem,” não é Idel? Entre tantas e tantas outras formas de expressões. Cada canto dessa Escola, desse nosso mini-mundo, vai ficar gravado em nossas mentes. Agora estamos aqui, chorando por conta que sabemos que ao acordar nos próximos dias não teremos mais aquela velha rotina de virmos para cá, que por muitas vezes parecia ser chata. Mas tenho certeza que todos nós viveríamos tudo outra vez. A partir de agora, vamos sentir um negócio lá dentro que não poderemos explicar, e digo a vocês que isso será a saudade. A vida está nos chamando agora, e irá nos revelar um novo caminho, novas aventuras, um novo mundo. E mesmo se não quisermos, vamos lembrar em algum momento de nossas vidas, alguns desses momentos que vivemos aqui e nada vai conseguir mudar o que ficou. E agora meu terceiro ano, tenho a obrigação de dizer que: ESTAMOS INDO DE VOLTA PARA CASA! 

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